Gary Moore

Publicado: 05/05/2007 em Blues, Gary Moore

Gary MooreGary Moore nasceu no dia 4 de abril de 1952 em Belfast, na Irlanda do Norte. O interesse pela música surgiu ao ouvir Elvis Presley e posteriormente, os Beatles. Ao assistir a um show de Jimi Hendrix e John Mayall’ Bluesbreakers em Belfast, Gary conheceu o mundo do blues, a partir daí, ficou impressionado com as performances das guitarras naquele estilo e logo aprendeu a tocar o instrumento.

Em 1967, Gary montou uma banda de jazz e blues em Dublin, Skid Row, com Brush Shiels (baixo e vocal), Phil Lynott (vocal) e Noel Bridgeman (bateria). Com a ajuda do mentor de Gary, Peter Green, a banda conseguiu um contrato com o selo CBS em 1970. Skid Row teve vida curta, foram dois discos gravados, “Skid” (1970) e “34 Hours” (1971), e algumas turnês pela Europa e Estados Unidos.

Gary queria partir para a carreira solo e estreou com o disco “Grinding Stone” em 1973. Dois anos depois, foi convidado a entrar na Colosseum II, banda que fazia sua segunda tentativa no mercado. Foram mais três discos gravados, mas também não durou muito. Em 1978, Phill Lynott convidou Gary a tocar no Thin Lizzy durante a turnê nos Estados Unidos em que abriram os shows de Queen.

O segundo disco solo chegou em 1978, “Back on The Streets”, com a música “Parisienne Walkways”, que chegou ao Top 10 da parada britânica. No ano seguinte, voltou a se reunir com o Thin Lizzy para a gravação do disco “Black Rose”, que se tornou um ‘hit’ britânico. No meio da turnê de divulgação do disco, Gary deixou a banda e mudou-se para Los Angeles, além de criar outro grupo, o G Force, que gravou apenas um disco, homônimo em 1979.

No meio deste entra e sai de bandas, Gary ainda arrumava tempo para participar de vários discos. Na década de 80 ele começou a levar mais seriamente a carreira solo. Foram sete álbuns de hard rock entre 1982 e 1989, o que consolidou a carreira, principalmente na Europa. O cansaço em relação à música mais pesada chegou, principalmente pela pressão de criar ‘hit’ atrás de ‘hit’. Gary decidiu voltar ao estilo que o colocou na carreira musica, o blues.

Em 1991, saiu “Still Got the Blues”, com participações de Albert Collins, Albert King e George Harrison e o disco se tornou o de maior sucesso da carreira de Gary Moore e o projetou mundialmente. Os registros seguintes continuaram na redescoberta do estilo, “After Hours” (1991) e “Blues Alive” (1993). Gary ainda criou uma banda, a BBM, mas durou bem menos que as anteriores, apenas um álbum, “Around The Next Dream” em 1994.

No ano seguinte, chegou um disco bem especial para Gary, “Blues for Greeny”, um tributo ao mentor Peter Green, que o ajudou no início da carreira. Gary Moore regravou, ao seu estilo, 11 canções que Green interpretou na vida. O disco incentivou a entrar na área mais experimental em “Dark Days in Paradise” (1997) e “A Different Beat” (1999). Mas o blues voltou com força total em 2001, com “Back to The Blues”.

A flexibilidade musical de Gary Moore continuou a toda. Em 2002, ele entrou em estúdio com os músicos Cass Lewis e Darrin Mooney e o resultado foi o disco “Scars”, com a volta do hard rock. Dois anos depois ele estava no estúdio com Bob Daisley no baixo e Darrin Mooney na bateria. O disco “Power of the Blues” saiu em 2004.

Este texto foi extraído do site www.cineminha.com.br acesse o site que é show.

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