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Enya

Publicado: 19/11/2007 em Enya, New Age

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Eithne Ní Bhraonáin, mais conhecida como Enya, (Gaoth Dobhair, 17 de maio de 1961) é uma cantora irlandesa.

Eithne Ni Bhraonain, filha do casal Máire (o Baba) Duggan e Leo Brennan, é a quarta de nove filhos, cujo nome, dado pelo seu avô materno, é de origem Gaélico Irlandês podendo ser traduzido como “Eithne filha de Brennan”. Nascida e criada em Gweedore, Município Donegal, situado no norte-oeste de Irlanda, um local cuja língua oficial é o irlandês.

Filha de pais músicos, Enya sempre procurou inspiração para as suas músicas na sua terra natal, com notada influência principalmente da cultura celta. Em 1980 passou a integrar a banda irlandesa Clannad (que significa família). A banda era formada pelos seus irmãos e tios. Enya tocava teclado e fazia vocal. Quando a banda começou a tomar uma direcção mais para a “pop music“, ganhando notoriedade e participando de programas de televisão, Enya resolveu deixar o grupo para seguir a carreira solo.

Com a ajuda do casal Roma e Nick Ryan (Roma escreve a maioria das letras, enquanto que Nick tornou-se seu produtor), ela gravou a trilha sonora da série “The Celts” da BBC-TV. Com uma eclética mistura de sons, que vão do clássico ao New Age, passando pelo folk, Enya gravou o seu primeiro disco, que leva o seu próprio nome, em 1986.

Mas foi em 1988, com o lançamento do disco “Watermark”, que o seu sucesso chegou de forma inesperada, através da canção “Orinoco Flow”, que conquistou o primeiro lugar nas paradas da Inglaterra, e de vários outros lugares do mundo, fazendo com que entrasse para a lista das 500 músicas mais ouvidas de todos os tempos.

Em 1991, Enya lançou o CD “Shepherd Moons” que marcou sua estréia nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, ficando em 17o. lugar, e atingindo a marca de 10 milhões de cópias vendidas. Foi também com este CD que ela ganhou seu primeiro Grammy Award.

Enya ficou quatro anos sem lançar nenhum álbum, voltando finalmente em 1995 com “The Memory of Trees” que vendeu 8 milhões de cópias, e lhe deu mais um prêmio Grammy.

Mais cinco anos passaram e, em novembro de 2000, ela lança “A Day Without Rain”.

Sua marca de discos vendidos já chegou a 40 milhões de cópias, ultrapassando a venda de nomes como Eric Clapton.

Apesar de milhares de pessoas quererem assistir a um show ao vivo de Enya, ela nunca se apresentou num concerto, mas tem pensado na possibilidade de realizar quem sabe numa catedral, como afirmou em recentemente.

Enya comprou um castelo, do século XIX, o Castelo Ayesha e o rebatizou de Castelo Manderley.

Foi construído em 1840 por Robert Warren e chamava-se Castelo Vitória, em homenagem à coroação da Rainha Vitória. O castelo foi incendiado em 1924, mas em 1928 Sir Thomas Power o restaurou e mudou o seu nome. Ele fica situado a 12km de Dublin, em Killiney, onde ela vive.

Em homenagem ao talento de Enya, o asteróide 6433, recebeu como denominação o nome artístico da cantora, em 20 de junho de 1997. Diversos músicos já receberam esta homenagem, mas Enya é a primeira mulher e a única da Irlanda.

Enya ama gatos. Em uma entrevista publicada em 1988, quando indagada sobre animais de estimação, respondeu: “Eu tenho um gato. Amo gatos, houve uma época que possuía doze. São uma grande felicidade. Eles ficam deitados ao sol e quando vêem a mim sobem em meu pescoço.” [2]

O compositor de clássico favorito de Enya é Sergei Rachmaninoff.

Os hobbies de Enya incluem assistir filmes de romance em preto e branco, colecionar artwork (ilustrações: desenhos e fotografias que são preparados para serem incluídos em um livro ou em propaganda), ler e pintar.

Álbums

  • Enya (1987)
  • Watermark (1988)
  • Shepherd Moons (1991)
  • The Celts (1992)
  • The Memory of Trees (1995)
  • Paint The Sky With Stars (Coletânea) (1997)
  • A Day Without Rain (2000)
  • Amarantine (2005)

Além disso, o álbum da banda sonora (1986) de The Frog Prince (também conhecido como French Lesson) tem a maior parte de suas músicas compostas por Enya, mas não cantadas por ela; um CD lançado posteriormente trouxe dois vocais inéditos dela.

Junto com a coletânia “Paint The Sky With Stars”, foi lançado uma caixa com três CDs chamada “The box of Dreams”, reunindo todo o repertório e trazendo as inéditas : “Only if”, “Paint the sky with stars” e “Oriel Window”.

Singles

  • I Want Tomorrow (1987)
  • Orinoco Flow (1988)
  • Evening Falls… (1988)
  • Storms In Africa (1989)
  • 6 Tracks (1989)
  • Oíche Chiún (Silent Night) (1989)
  • 3 Tracks EP]] (1990)
  • Exile (1991)
  • Caribbean Blue (1991)
  • How Can I Keep From Singing? (1991)
  • Book Of Days (1992)
  • The Celts (1992)
  • Marble Halls (1994)
  • The Christmas EP (1994)
  • Anywhere Is (1995)
  • On My Way Home (1996)
  • Only If… (1997)
  • Orinoco Flow (1998)
  • Only Time (2000)
  • Wild Child (2001)
  • Only Time (Remix) (2001)
  • May It Be (2002)
  • Amarantine (2005)
  • Christmas Secrets (2006)
  • It’s in The Rain (2006)

Algúns Prêmios

  • Grammy Awards de 1993 – Melhor álbum New Age: Shepherd Moons
  • Grammy Awards de 1997 – Melhor álbum New Age: The Memory of Trees
  • Grammy Awards de 2002 – Melhor álbum New Age: A Day Without Rain
  • ECHO 2002 – Canção Only Time
  • World Music Award de 2006 – World’s Best-Selling Irish Act
  • Grammy Awards of 2007 – Melhor álbum New Age: Amarantine

“May It Be” concorreu ao Academy Award de melhor canção em 2002 mas acabou perdendo para a canção de Randy Newman – “If I Didn’t Have You” – de Monstros S.A.

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Era

Publicado: 19/11/2007 em Ópera, Canto Gregoriano, Era, New Age

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Era é um projeto musical criado pelo francês Eric Levi, antes membro do grupo de glam rock Shakin’ Street.

Suas músicas, geralmente cantadas em uma língua imaginária parecida com o latim, misturam música clássica, ópera e canto gregoriano com outros estilos contemporâneos. A música Mother foi usada na trilha sonora do filme Alta Velocidade (2001), de Sylvester Stallone. E na Austrália, a música Ameno foi usada na campanha “The Power of Yes” (O Poder do Sim) da Optus Telecommunications.

Divano 

Muitas vezes a banda, que já vendeu mais de 3 milhões de cópias, apresenta vestes e armas da Idade Média nos seus concertos e se utiliza de sinais e sentimentos próximos aos religiosos, explorando uma dimensão universal, um universo de emoções, espirituais e místicas.

Ameno (origianal) 

Ameno (Remix) 

Seu estilo pode ser descrito como New Age e pode ser considerado similar ao de artistas como Enigma, Deep Forest e Enya.

Discografia

  • Era, Volume 1 (1998)
  1. Ameno (Remix)
  2. Mother (Remix)
  3. Avemano
  4. Enae Volare Mezzo
  5. Misere Mani
  6. Cathar Rhythm
  7. Ameno
  8. Sempire d’Amor
  9. Mother
  10. Mirror
  11. Era
  12. Impera
  • Era, Volume 2 (2001)
  1. Omen Sore
  2. Divano
  3. Devore Amante
  4. Sentence
  5. Don’t U
  6. Infanati
  7. Madona
  8. Hymne
  9. Miseri Mani
  10. In Fine
  • The Mass (2003)
  1. The Mass
  2. Looking For Something
  3. Don’t Go Away
  4. Don’t You Forget
  5. If You Shout
  6. Avemano Orchestral
  7. Enae Volare
  8. Sombre Day
  9. Voxifera
  10. The Champions
  • The Very Best of Era (compilação) (2005)
  1. Ameno (Remix)
  2. Don’t Go Away
  3. The Mass
  4. Mother (Remix)
  5. Misere Mani
  6. Avemano Orchestral
  7. Looking for Something
  8. Don’t U
  9. Enae Volare
  10. Cathar Rhythm
  11. Divano
  12. Don’t You Forget
  13. Hymne
  14. Sentence
  15. I Believe
  16. Looking for Something (Darren Tate Mix Edit)