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Iron Maiden no Brasil

Publicado: 03/03/2008 em Heavy metal, Iron Maiden

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Aconteceu na noite de 2 de Março de 2008 em São Paulo, mais uma apresentação meteórica da maior banda de Heavy Metal de todos os tempos.

O Iron Maiden fez um show espetacular com 16 hits da fase de ouro da banda.

Clique aqui para assistir uma reportagem do Fantástico.

Abaixo, um vídeo “Pirata” do show na Costa Rica tour 2008

Black Sabbath

Publicado: 19/11/2007 em Black Sabbath, Heavy metal

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O Black Sabbath é uma banda britânica formada em 1968 pelo quarteto composto por Ozzy Osbourne (vocalista), Tony Iommi (guitarrista), Bill Ward (baterista) e Geezer Butler (baixista). Devido ao seu novo estilo de fazer música, lançaram as bases do heavy metal.

Formada em Birmingham, Inglaterra, em 1968, a banda Black Sabbath foi a pioneira em lançar as fundações do heavy metal que assaltou a música popular nos anos 1970 e 1980. A maneira diferente de tocar – som cru, pesado – com letras mais fortes – abordando temas místicos tornaram-se o modelo para inúmeros grupos que se seguiram. Seu álbum homônimo de 1970 continua sendo um dos mais inovativos e influentes da história do rock.

O quarteto composto por Ozzy Osbourne (vocalista), Tony Iommi (guitarrista), Geezer Butler (baixista) e Bill Ward (baterista), inicialmente se chamou Polka Tulk e mais tarde Earth. Tomaram de assalto o circuito de pubs e clubes de sua cidade natal, com muita energia, blues e rock. Companheiros de escola e vizinhos em Birmingham, o grupo ganhou muitos seguidores na Inglaterra e em 1969 mudaram seu nome para Black Sabbath. O novo nome espelhava a imagem escura, pesada e mística da banda, seu gosto por temas sobrenaturais.

Ainda em 1969 entraram em estúdio para gravar o seu primeiro disco. O álbum Black Sabbath chegou ao Top 10 das paradas britânicas, onde permaneceu por três meses e valeu à banda um grupo de fãs fervorosos em ambos os lados do atlântico.

O grande salto para a banda ocorreu com a gravação de Paranoid, um álbum pioneiro do heavy metal. Contando com os riffs cortantes da guitarra de Iommi, o excelente vocal de Ozzy e o ritmo de Butler e Ward, o álbum alcançou o número um nas paradas inglesas e chegou ao número oito na América, onde permaneceu por mais de um ano, virando disco de platina. A faixa título, um verdadeiro mergulho na loucura, foi o maior hit, além dos clássicos War Pigs,Iron Man e Fairies Wear Boots . A banda fez sua primeira turnê estado-unidense no outono deste ano.

Master of Reality, o terceiro álbum do Black Sabbath, foi lançado em agosto de 1971. Entre as oito canções estavam algumas que se tornaram marcas registradas da banda, como “Children of the Grave” e “Sweet Leaf”.

O Black Sabbath gravou o álbum chamado Vol. 4 no início de 1972 no estúdio Record Plant, em Los Angeles. Somando-se a poderosas canções como “Supernaut” e “Under The Sun”, o álbum revelava um lado completamente novo para a banda, com canções melódicas, cuidadosamente escritas e tocadas, como “Cornucopia” e a instigante “Laguna Sunrise”, uma composição instrumental.

Considerado um dos clássicos do hard rock, o álbum de 1973, Sabbath Bloody Sabbath, ganhou aclamação da crítica. Trazia arranjos mais elaborados, em canções como “Killing Yourself to Live”, “Looking For Today” e a faixa título. Produzido, escrito e gravado pela banda, o álbum é considerado por muitos o melhor dos anos com Ozzy.

Quando Sabotage, sexto disco do Black Sabbath, foi lançado em 1975, não apenas estava comprovada a competência da banda, mas também era óbvia a melhoria dos arranjos, produção e lirismo, representando a banda ainda no topo da carreira. Traz o clássico do heavy metal “Symptom of the Universe” e “The Writ”, que retratava problemas gerenciais pelos quais a banda passava.

Technical Ecstasy trata-se de um dos mais inventivos e originais álbuns de estúdio do Black Sabbath. Traz canções típicas da banda como “Back Street Kids”, “Gypsy”, “Rock ‘N’ Roll Doctor” e a principal do LP, “Dirty Women”.

Em 1977 Ozzy deixou o Black Sabbath por problemas pessoais. Durante esse período, de outubro de 1977 à janeiro de 1978, Dave Walker do Fleetwood Mac o substituiu. Com esta formação a banda tocou ao vivo apenas uma vez, para um programa de televisão, e gravou “Junior’s Eyes” em uma versão embrionária.

Sendo o oitavo álbum de estúdio de uma carreira que se estende por mais de duas décadas, o lançamento de 1978, Never Say Die!, traz algumas das mais memoráveis letras. O álbum captura toda a força da formação original, sendo último com Ozzy à frente do Sabbath. Ozzy se recusou a gravar material originalmente escrito pela banda com Walker, daí o fato do baterista Bill Ward ter assumido os vocais na canção “Swinging the Chain”. Inclui ainda “Johnny Blade”, “Breakout”, “Shock Wave” e a faixa título, entre outras.

Em 1979 algumas composições do próximo álbum já estavam sendo finalizadas, e seriam gravadas. Ozzy Osbourne, com problemas pessoais, deixou a banda novamente. Segundo Tony Iommi, “Ozzy apenas não estava mais afim de continuar com a banda. Não havia mais vontade nele”. Logo, Ozzy foi substituído por Ronnie James Dio, um estado-unidense que havia participado do grupo Elf e sido parte da banda Rainbow de Ritchie Blackmore. Foi a primeira mudança de formação do grupo em mais de uma década. Heaven and Hell foi o primeiro álbum com o novo cantor. As músicas foram escritas pela banda com a participação de Dio, que assinava todos as letras. Para a maioria dos fãs assíduos do Black Sabbath na época, a mudança de vocal soava como uma ofensa, mas a canção “Heaven and Hell” se tornou um hino para os novos fãs de Black Sabbath, pois esta era a época do tão aclamado NWOBHM, o New Wave Of British Heavy Metal.

Lançado em 1981, segundo álbum com o vocalista Dio e o primeiro álbum com o novo baterista Vinnie Appice, Mob Rules apresenta canções como “Turn Up The Night”, “Slipping Away” e “The Mob Rules”.

Em 1982 o Black Sabbath lançou o álbum ao vivo Live Evil contendo todos os grandes hits de todos os álbuns lançados. Logo após a gravação Ronnie James Dio e Vinnie Appice deixaram a banda. Um boato famoso diz que o Dio tentou “sabotar” a mixagem do álbum para destacar a sua voz no som da gravação[carece de fontes?].

O álbum Born Again, de 1983, trazia como vocalista Ian Gillan, originalmente membro do Deep Purple. O baterista original do Sabbath, Bill Ward, voltara à banda. Alguns dos destaques deste álbum são “Trashed”, “Digital Bitch” e “Zero The Hero”. Na turnê, Bev Bevan, da banda ELO, substituiu Ward. Depois da turnê Bev Bevan e Ian Gillan deixaram a banda. Bill Ward voltou e o Sabbath experimentou um novo vocalista, Dave Donato. Esta formação nunca gravou e Dave Donato foi demitido da banda após uma entrevista muito egocêntrica[carece de fontes?]. Tentaram novamente manter a banda no ar com o vocalista Ron Keel. Finalmente, com a saída de Geezer Butler, o Sabbath acabou.

Três anos depois, em 1986, Tony Iommi lançou o álbum Seventh Star, anunciado como “Black Sabbath featuring Tony Iommi”. Deveria tratar-se de um álbum solo de Iommi, mas a gravadora decidiu usar o nome do Black Sabbath. Glenn Hughes, do Deep Purple, foi o vocalista. Durante a turnê estado-unidense Glenn Hughes saiu, sendo substituído por Ray Gillen. Com ele, foi gravada uma demotape do que seria o próximo álbum. A gravadora exigiu que Ray Gillen fosse substituído pelo vocalista, até então desconhecido, Tony Martin.

Em 1987 o Black Sabbath lançou o seu décimo quarto álbum, The Eternal Idol, que teve grandes sucessos como “The Shining”, “Hard Life to Love”, “Born to Lose” e “Lost Forever”. A formação da época era constituída de Tony Iommi, Tony Martin (vocais), Dave Spitz, Bob Daisley (baixo), Bev Bevan (percussão) e Eric Singer (bateria, que mais tarde iria para o KISS). Em 1989, o Black Sabbath lançou Headless Cross, com destaques como “Devil and Daughter”, “When Death Calls”, “Black Moon” e a faixa título. A formação consistia de Tony Iommi, Tony Martin, Cozy Powell (bateria) e Laurance Cottle (baixo). Laurance Cottle mais tarde foi substituído por Neil Murray.

Em 1990, vinte e dois anos após a formação, foi gravado TYR. Mantinha o estilo inaugurado em 1987 com “The Eternal Idol”. Alguns destaques deste álbum são “Anno Mundi”, “Jerusalem”, “The Sabbath Stones” e a balada “Feels Good to Me”. Este álbum obteve um recorde de vendas, completamente inesperado. 1992 foi o ano da reunião de Ronnie James Dio, Geezer Butler, Vinnie Appice e Tony Iommi. O álbum Dehumanizer foi aguardado e aclamado. Alguns dos hits foram “Time Machine”, “TV Crimes”, “Master of Insanity” e “Sins Of The Father”. “Time Machine” fez parte da trilha sonora do filme Wayne’s World (“Quanto Mais Idiota Melhor”).

Em 1994 o Black Sabbath lançou seu décimo oitavo álbum, Cross Purposes que entre outros hits incluiu as canções “I Witness”, “Cross of Thorns”, “The Hand That Rocks The Cradle”, “Immaculate Deception” e “Psychophobia”. A formação da banda consistia de Tony Martin (vocal), Geezer Butler, Tony Iommi e Bobby Rondinelli (bateria, ex-Rainbow). Nesta época foi lançado também o álbum ao vivo “Cross Purposes Live”, que era um box com o disco e o vídeo do concerto.

Em 1995 o Black Sabbath lançou Forbidden, com o destaque para as canções “The Illusion of Power”, “Get a Grip”, “Shaking Off The Chains” e “Sick and Tired”. A formação da banda consistia de Tony Martin, Neil Murray (baixo), Tony Iommi e Cozy Powell (bateria). Cozy Powell deixou a banda no meio da turnê estado-unidense e foi substituído por Bobby Rondinelli.

No ano de 1997 foi anunciada a tão esperada volta da formação original, com Ozzy, Bill Ward, Tony Iommi e Geezer Butler, um momento histórico para o Black Sabbath. Logo após, seguiu-se o Ozzfest com várias bandas além da banda de Ozzy e, fechando a noite, o Black Sabbath original. O resultado desta turnê foi Reunion (álbum), um álbum ao vivo que traz clássicos absolutos juntamente com músicas que a muito não se escutavam num show da banda, caso de “Dirty Women” e “Sweet Leaf”.

Depois de alguns boatos sobre a substituição de Ozzy por Ronnie James Dio, foi confirmado em outubro de 2006 que a formação do álbum Heaven and Hell (Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Dio) voltaria a tocar junto, sob o nome desse álbum, participando de festivais e gravando a compilação “Black Sabbath: The Dio Years”. No fim de Novembro Bill Ward declarou em seu sítio[1] que não participará das gravações ou dos concertos desse projeto e será substituido por Vinnie Appice.

Integrantes

Integrante Instrumento Período Álbuns gravados
Tony Iommi Guitarra
  • 1969Até Hoje
  • Todos
Geezer Butler Baixo
Bill Ward Bateria
Ozzy Osbourne Vocais
Geoff Nicholls Teclados
Ronnie James Dio Vocais
Vinnie Appice Bateria
Tony Martin Vocais
Cozy Powell Bateria
Dave “The Beast” Spitz Baixo
Neil Murray Baixo
Ian Gillan Vocais
Glenn Hughes Vocais
Bev Bevan Bateria
Bob Daisley Baixo
Laurence Cottle Baixo
Eric Singer Bateria
Bobbdy Rondinelli Bateria
Gordon Copley Baixo
Rick Wakeman Teclado
Don Airey Teclado
Gerald Woodruffe Teclado
David Donato Vocais
  • Nenhum
Ray Gillen Vocais
  • Nenhum
Jo Burt Baixo
  • Nenhum
Terry Chimes Bateria
  • Nenhum
David Walker Vocais
  • Nenhum
Rob Halford Vocais
  • Nenhum
Ron Kell Vocais
  • Nenhum

Álbuns oficiais

Lançamento Título Gravadora Posições
Atingidas
1970 Black Sabbath Warner Bros. #8 UK
#23 US
1970 Paranoid Warner Bros. #1 UK
#12 US
1971 Master of Reality Warner Bros. #5 UK
#8 US
1972 Black Sabbath, Vol. 4 Warner Bros. #8 UK
#13 US
1973 Sabbath Bloody Sabbath Warner Bros. #4 UK
#11 US
1975 Sabotage Warner Bros. #7 UK
#28 US
1976 Technical Ecstasy Warner Bros. #13 UK
#51 US
1978 Never Say Die! Warner Bros. #12 UK
#69 US
1980 Heaven and Hell Warner Bros. #9 UK
#28 US
1981 Mob Rules Warner Bros. #12 UK
#29 US
1982 Live Evil Warner Bros. #13 UK
#37 US
1983 Born Again Warner Bros. #4 UK
#39 US
1986 Seventh Star Warner Bros. #27 UK
#78 US
1987 The Eternal Idol Warner Bros. #66 UK
#168 US
1989 Headless Cross I.R.S. #31 UK
#115 US
1990 TYR I.R.S. #24 UK
1992 Dehumanizer Warner Bros. #28 UK
#44 US
1994 Cross Purposes I.R.S. #41 UK
#122 US
1995 Cross Purposes Live I.R.S.
1995 Forbidden EMI #71 UK
1998 Reunion Epic Records #41 UK
#11 US
2002 (gravado em
1970-1975)
Past Lives Sanctuary Records #114 US
2002 (gravado em
1970-1978)
Symptom of the Universe: The Original Black Sabbath (1970-1978) Rhino
2004 (gravado em
1970-1978)
Black Box:The Complete Original Black Sabbath(1970-1978) Rhino
2006 (gravado em
1970-1978)
Greatest Hits (1970-1978) Rhino
2007 (gravado em
1980-1992)
Black Sabbath: The Dio Years Rhino

Álbums não oficiais e tributos

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Blue Öyster Cult é uma banda norte americana de Rock Psicodélico/Hard Rock e Heavy Metal, formada no final da década de 1960 e em atividade até hoje. Se formou na mesma época que bandas clássicas como Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, Grand Funk e Budgie. Mais do que apenas mais uma banda de heavy metal americana igual a tantas outras da década de 70, o Blue Oyster Cult destaca-se da maioria destas bandas por suas letras e temáticas baseadas em literatura de horror e ficção científica, inspirada por escritores como H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e Stephen King. As músicas giram em torno de monstros lendários, maldições, vampiros e ocultismo.

A banda foi formada em 1967 inicialmente sobre o nome Soft White Underbelly, por estudantes do Stony Brook College de Long Island. A formação original contava com Les Bronstein (vocal), Donald Roeser (guitarra), Alan Lanier (teclados), Andy Winters (baixo), Albert Bouchard (bateria). Curiosamente as composições e produção dos shows da banda desde o início eram responsabilidade de outras duas pessoas, Richard Meltzer e Sandy Pearlman (crítico de rock responsável por cunhar o termo heavy metal, produtor também do The Clash e Dictators). A banda mudou de nome para Oaxaca quando o vocalista foi substituído por Eric Bloom. Durante estes dois primeiros anos tiveram seus albuns recusados pelas gravadoras e lançaram apenas um single sobre o nome Stalk Forrest Group.

Após assinarem com a gravadora Columbia mudaram o nome para Blue Oyster Cult. O álbum de estréia da banda, homônimo, lançado em 1972, não impressionou crítica nem público, resultado repetido pelos dois lançamentos que se seguiram. Apenas com “Secret Treaties (1973)” subiram às paradas. O primeiro grande hit viria apenas em 1976 com a música “Don’t Fear The Reapper” do álbum “Agents of Fortune” que foi incluido na trilha sonora do clássico cult movie “Halloween”. O maior hit da banda viria em 1981, “Burning for You”, do álbum “Fire of Unknow Origin”.

O Blue Oyster Cult conseguiu reconhecimento e credibilidade estranhos às bandas americanas da época, quando todos os grandes expoentes do rock pesado vinham da Europa. Os fãs, embora fossem poucos se comparados aos de grandes sucessos populares da época, eram extremamente fiéis. Embora a banda não tivesse um grande sucesso na vendagem de discos, ao vivo a situação era outra, cativavam a platéia como poucas bandas faziam, num espetáculo não apenas sonoro mas também de iluminação e efeitos especiais. O uso excessivo de lasers nos shows levou a banda a ser processada por causar danos visuais aos espectadores.

Em 1988 foi lançado “Imaginos”, álbum conceitual e extremamente bem produzido, considerado um ponto alto da banda pelos fãs embora não tenha conseguido nenhum sucesso comercial. Na realidade “Imaginos” deveria ter sido um trabalho solo do baterista Albert Bouchard, tendo sido lançado sobre o nome do Blue Oyster Cult por força de contrato com a gravadora.

Em 1992 a banda participou da trilha sonora do filme de ficção científica “Bad Chanells”. As turnês cada vez mais extensas (embora para platéias menores que nos anos 80) levou a banda a diminuir sensivelmente a sua produção de estúdio, tendo sido lançados nos últimos anos apenas compilações, regravações de músicas anteriores e sobras de estúdio.

Fonte: site Whiplash

Discografia

  • Blue Öyster Cult (Columbia 1972)
  • Tyranny And Mutation (Columbia 1973)
  • Secret Treaties (Columbia 1974)
  • On Your Feet Or On Your Knees (Columbia 1975)
  • Agents Of Fortune (Columbia 1976)
  • Spectres (Columbia 1977)
  • Some Enchanted Evening (Columbia 1978)
  • Mirrors (Columbia 1979)
  • Cultosaurus Erectus (Columbia 1980)
  • Fire Of Unknown Origin (Columbia 1981)
  • Extraterrestrial Live (Columbia 1982)
  • The Revolution By Night (Columbia 1983)
  • Club Ninja (Columbia 1985)
  • Imaginos (Columbia 1988)
  • Cult Classic (Fragile 1994)
  • Heaven Forbid (Cmc 1998)
  • Champions of Rock (Emi 1998)
  • The Curse of the Hidden Mirror (Cmc 2001)
  • A Long Day’s Night (Silverline 2002)

Este post é uma indicação do Jornalista Pedro Salgado a quem eu agradeço.

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Led Zeppelin foi uma banda britânica célebre pela sua inovação e influência no heavy blues-rock, além de ter sido uma das mais populares na década de 70, fazendo parte do grupo conhecido como a tríade. Era formada por: Jimmy Page que usava de efeitos muito sinistros o que marcou muito o estilo da banda, John Bonham, John Paul Jones e Robert Plant. A morte de John Bonham, em 1980, foi a causa do fim da banda. O Led Zeppelin voltou a se reunir em duas ocasiões, em 1985 para o show beneficente Live Aid, com Tony Thompson na bateria e no aniversário de 40 anos da gravadora Atlantic em 1988, com Jason Bonham na bateria.

O princípio

Originalmente a banda foi formada pelo guitarrista Jimmy Page com o nome de “The New Yardbirds” de modo a conseguirem cumprir um contrato feito para a realização de concertos na Escandinávia antes da rotura dos originais Yardbirds. O vocalista Robert Plant conhecido pelo seu trabalho no grupo “The Band of Joy”, foi recrutado, trazendo com ele o baterista John Bonham. John Paul Jones, estimulado pela esposa, procurou Jimmy Page, a quem conhecia por terem atuado juntos como músicos de estúdio, e se ofereceu para tocar baixo na nova banda. Oferta aceita, estava formado o quarteto que viria a se transformar na maior banda de Rock and Roll dos anos setenta.

Após alguns concertos como “The New Yardbirds”, a banda mudou o nome para Led Zeppelin, após Keith Moon, baterista do The Who, ter dito que com aquela formação eles iriam abaixo como um “Zeppelin de chumbo”. A palavra “lead” é propositadamente mal escrita para evitar confusões com “lead Zeppelin” (como em lead singer, que significa vocalista) ao invés de um Zeppelin construído com o metal chumbo.

Pouco tempo após a sua primeira digressão, o grupo editou o seu primeiro álbum Led Zeppelin em 1969. Este álbum resultava de uma combinação entre o blues e o rock com amplificações distorcidas, o que o levou a tornar-se no pivot na evolução do heavy metal. O imediato sucesso do disco foi o pontapé de saída para a carreira da banda, especialmente no EUA, onde eles haveriam de actuar frequentemente, e onde as suas vendas de discos apenas foram suplantadas pelos Beatles. O segundo álbum, chamado simplesmente Led Zeppelin II, editado ainda no mesmo ano, seguiu o mesmo estilo, e incluía o êxito “Whole lotta love”, que, conduzido pela secção rítmica, definia o som da banda.

Page e Plant eram fanáticos do blues, “Whole lotta love” e “You shook me”, eram muito parecidas com músicas de Willie Dixon. A banda foi depois acusada de ter usado as letras sem as creditarem a Dixon, e só 15 anos depois, devido a um processo posto pela “Chess records”, foi feito um acordo e efectuado o pagamento devido. A banda também gostava do rock and roll americano e tocavam música de Elvis Presley e Eddie Cochran. Em palco, os Led Zeppelin faziam concertos que podiam durar até 3 horas.

Para a gravação do seu terceiro álbum, Led Zeppelin III, a banda retirou-se para “Bron-Yr-Aur”, uma casa remota no País de Gales, sem electricidade. Isto resultou num som mais acústico (fortemente influenciado pela música celta e a música folk, e que revelou uma face diferente do talento prodigioso de Jimmy Page). Em Novembro de 1970 a “Atlantic Records” editou “Immigrant song” em single, sem a autorização da banda e contra a sua vontade. Incluía no lado b “Hey hey what can I do”. Foram editados mais nove singles, sempre sem a autorização da banda, que via os seus álbuns como indivisíveis. Curiosamente, “Stairway to Heaven” nunca foi editado em single, apesar do seu grande êxito nas rádios. A frustração da banda em relação aos singles provinha do seu empresário Peter Grant, que era um acérrimo defensor dos álbuns, e também devido ao facto da Atlantic ter feito uma reedição de “Whole lotta love”, que foi cortada de 5:43 para 3:10 minutos. Para além disso a banda sempre evitou aparecer na televisão, preferindo que os seus fãs os vissem ao vivo.

A maior banda do mundo

As várias tendências musicais do grupo foram fundidas no seu quarto álbum sem título, que é usualmente chamado de “Zoso”, “Four symbols” ou simplesmente “Led Zeppelin IV”. (para além do álbum não ter nome, o nome da banda também não aparecia na capa do álbum). O álbum incluía temas de heavy metal como, “Black dog”, o misticismo folk de “The Battle of Evermore” (cuja letra foi inspirada em parte da obra “O Senhor dos Anéis”), e a combinação dos dois estilos em “Stairway to Heaven”, um êxito maciço nas rádios, aclamada por muitos como sendo o maior clássico de sempre do rock. O álbum contém ainda uma das suas melhores composições de blues, “When the levee breaks” de Memphis Minnie.

O álbum seguinte, Houses of the holy de 1973, continha músicas mais longas e experimentais, usando o sintetizador e arranjos de cordas feitos por Jones. Músicas como, “The song remains the same”, “No quarter” e “D’yer mak’er”. A sua digressão de 1973 bateu os recordes de assistência, tendo chegado a tocar para mais de 50 mil pessoas. Três concertos no Madison Square Garden foram filmados com vista à realização de um filme, mas o projecto foi adiado por vários anos.

Em 1974 os Zeppelin lançam a sua própria editora, chamada Swan Song Records, que era o título de uma das cinco músicas que os Zeppelin nunca editaram em disco, tendo sido gravada com o nome de “Midnight moonlight” no primeiro álbum dos “The Firm”, banda criada por Page após o fim dos Led Zeppelin. Para além de um veículo para promover os álbuns dos Zeppelin, a “Swan Song” editou álbuns de: Bad Company, Pretty Things, Maggie Bell, Detective, Dave Edmunds, Midnight Flyer, Sad Café e Wildlife.

Em 1975 editam Physical Graffiti, o seu primeiro álbum duplo para a “Swan Song”. Este álbum incluía músicas que sobraram dos 3 álbuns anteriores e mais algumas novas. Mais uma vez a banda mostrou a sua enorme diversidade de estilos; indo do rock progressivo ao hard rock, exemplos: “Ten years gone”, “Black country woman”, “Trampled underfoot” e “Kashmir”.

Passado pouco tempo da edição de “Physical graffiti”, toda a produção anterior dos Led Zeppelin subiu à tabela dos 200 mais vendidos, o que nunca se tinha visto anteriormente. A banda embarcou para mais uma digressão pelos EUA batendo novos recordes de audiência. A finalizar o ano, tocaram 5 noites seguidas no Earl’s Court; (estes concertos foram gravados em vídeo e editados apenas 28 anos depois em DVD. Nesta altura, no pico da sua carreira, eram considerados por muitos como a “a maior banda de rock no mundo”).

Se a popularidade da banda em palco era impressionante, assim o era também a sua reputação pelos excessos. Os Zeppelin viajavam no seu jacto particular, alugavam pisos inteiros de hotéis, e tornaram-se no objecto de algumas das histórias mais famosas, desde partirem os quartos de hotel, às escapadelas sexuais e ao exagerado uso de drogas e álcool.

Latter days

Em 1976 a banda fez um intervalo nas digressões e começou a filmar segmentos de fantasistas para o ainda não editado filme de concerto. Durante este intervalo Robert Plant partiu um tornozelo num acidente de carro; impedidos por isso, de fazerem concertos, a banda entrou em estúdio para gravar o seu sétimo álbum Presence. O álbum conquista disco de platina antes de chegar às lojas (só por encomendas), algo inédito para a época, e marcou mais uma viragem no som da banda que abandonou os arranjos complexos dos álbuns anteriores. Mas o pior para Plant estaria por vir: durante a turnê do álbum nos EUA, seu filho Karac morreu de uma misteriosa doença respiratória.

Nos fins de 1976, sai finalmente o filme The Song Remains the Same e a sua banda sonora. Embora a gravação do concerto datasse de 1973, este seria o único documento filmado do grupo durante os 20 seguintes. O álbum do filme tinha músicas que não constavam no filme e outras que existiam no filme, não vinham no álbum. Este álbum seria a único ao vivo oficial disponível, até à edição de BBC Sessions em 1997.

Em 1978, a banda volta a gravar. Em 1979 nasce o novo filho de Plant. In Throught The Out Door é lançado no dia do aniversário de Plant, 20 de agosto, contendo a música “All My Love”, dedicada à Karac. Agora eram 8 discos no Top 200 da Billboard e shows com ingressos esgotados por todos os lados, provando que o Led Zeppelin estava cada vez mais forte. Nos Estados Unidos, o Led Zeppelin era nessa época a maior banda de Rock de todos os tempos. John Paul Jones mostra uma grande influência neste álbum, repleto de sintetizadores por consequência. Embora os Led Zeppelin nesta altura, já fossem considerados por alguns sectores, uma banda de “dinossauros” e a cena musical tendesse mais para outros estilos de música, os Zeppelin continuavam a ter uma enorme legião de fãs, tendo este álbum chegado a Nº 1 de vendas, tanto no Reino Unido como nos EUA.

Lápide de John Bonham, Baterista do Led Zeppelin.

Lápide de John Bonham, Baterista do Led Zeppelin.

Em 1980, John Bonham morre asfixiado no próprio vômito depois de ter tomado cerca de quarenta batidas de laranja com bebidas alcoólicas pouco antes de embarcarem para mais uma digressão pelos EUA. Devido à morte de Bonham, os outros membros decidiram que não poderiam continuar como “Led Zeppelin”, promessa essa que foi mantida, ao contrário de muitas outras parecidas que foram quebradas graças a contratos envolvendo muito dinheiro.

Coda

Dois anos após a morte de Bonham a banda editou Coda, uma colecção de músicas antigas, nunca antes editadas.

Reuniões

Em 13 de Julho de 1985, os Led Zeppelin reunem-se para o concerto Live Aid, com Tony Thompson e Phil Collins a substituírem John Bonham. Um ano depois Page, Plant e Jones voltam a reunir-se com Tony Thompson, com o intuito de voltarem a tocar como Led Zeppelin, mas um grave acidente de carro envolvendo Thompson, pôs fim a esta intenção. No entanto voltaram a reunir-se em 1988, desta vez com Jason Bonham no lugar que foi de seu pai, para o 40º aniversário da “Atlantic Records”. Esta formação ainda voltou a tocar, no 21º aniversário da filha de Bonham, Cármen, e no casamento de Jason.

Page e Plant, sem Jones, voltaram a reunir-se em 1994 para um MTV unplugged intitulado “Unledded”, o que os levou a mais uma digressão pelo mundo e à edição de dois álbuns.

Em 1997 assistiu-se à edição do primeiro álbum desde há 15 anos atrás, BBC sessions. Este álbum duplo incluía a quase totalidade das gravações que a banda tinha feito para a BBC, embora alguns fãs tenham notado a falta de uma sessão de 1969 que incluía a música nunca editada “Sugar mama”. Nesta altura, a “Atlantic” editou um single de “Whole lotta love”, que se tornou no único CD single da banda.

Em 2003, os Led Zeppelin voltam à ribalta com a edição de How the west was won e do DVD Led Zeppelin. No fim do ano o DVD tinha vendido mais de 520 000 cópias.

Em 2006 a banda foi premiada pelo Prêmio Polar como melhor banda de rock de todos os tempos.

Amostras e versões

As músicas do Zeppelin foram ao longo dos anos alvo de muitas versões; os americanos Dread Zeppelin fizeram a carreira à custa de versões e paródias à volta das músicas dos Zeppelin; Alexis Korner fez uma versão de “Whole lotta love”, que foi durante muitos anos o tema do “BBC chart show”; Tina Turner também fez uma versão da mesma música; e a London Philharmonic Orchestra fez um tributo que incluía “Stairway to Heaven”, “When the levee breaks” e “Kashmir”.

O guitarrista Stanley Jordan fez um boa interpretação instrumental de “Stairway to Heaven”, canção cujos solos eram freqüentes em uma montagem cinematográfica dos anos 80, do livro de Marcelo Rubens Paiva, Feliz Ano Velho. Frank Zappa também gravou “Stairway To Heaven”. Mais inusitada foi a versão axé music que a banda baiana Babado Novo fez em 2003 do clássico “Dyer Maker”, peculiariamente misturando rock e reggae, mas despertando a ira de alguns dos fãs mais puristas do Led Zeppelin.

Em 1995 foi editado um tributo aos Led Zeppelin por vários artistas modernos, que incluía uma versão notável de “Dancing days” interpretada pelos Stone Temple Pilots.

Ao contrário de muitos dos seus contemporâneos, a banda sempre foi muito protetora das suas músicas, e raramente autorizava que elas fossem usadas para outros fins. Mais recentemente foram-se tornando mais flexíveis, podendo-se ouvir música dos Zeppelin em filmes como Almost famous e School of Rock.

The Ocean – Um telefone toca aos 1:37.

Four Sticks – John Bonham usou 4 baquetas na gravação desta música, por isso o título “Four Sticks”.

Black Dog – O título veio pelo cachorro que entrava nos estúdios na gravação de “Led Zeppelin IV”.

Since I’ve Been Loving You – É possível perceber que o pedal com ferrugem de Bonham chia.

Whole Lotta Love – No meio da música, o instrumento usado para criar aquele som é o “Theremin”

Formação

  • Jimmy Page – guitarra
  • Robert Plant – vocais, harmónica,
  • John Bonham – bateria
  • John Paul Jones – baixo, bandolim, teclados,

A banda chamava ao seu empresário, Peter Grant, o “quinto elemento”

Álbuns

  • 1969 – Led Zeppelin #6 RU, #10 EUA, Vendas no EUA: 11,000,000
  • 1969 – Led Zeppelin II #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 12,000,000
  • 1970 – Led Zeppelin III #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 6,000,000
  • 1971 – Led Zeppelin IV (sem título: chamado também: “Four Symbols”, “ZoSo”) #1 RU, #2 USA, Vendas nos EUA: 22,000,000
  • 1973 – Houses of the Holy #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 11,000,000
  • 1975 – Physical Graffiti #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 15,000,000
  • 1976 – Presence #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 3,000,000
  • 1976 – The Song Remains the Same live performances from 1973 tour) #1 RU, #2 EUA, Vendas nos EUA: 4,000,000
  • 1979 – In Through the Out Door #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 6,000,000

Antes da gravação de Led Zeppelin, todos os elementos participaram em sessões para o álbum Three week hero de P.J. Proby em 1969. A única faixa em que tocam todos juntos é “Jim’s Blues”.

Após a banda ter deixado de gravar foram editados os seguinte álbuns:

  • 1982 – Coda #4 RU, #6 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000
  • 1990 – Remasters #10 RU, #47 EUA, Vendas nos EUA: 2,000,000
  • 1990 – Profiled (Este “álbum” consta apenas de entrevistas, mais tarde empacotado com Remasters).
  • 1990 – Boxed Set ) #18 EUA, Vendas nos EUA: 7,000,000
  • 1993 – Boxed Set 2 #87 EUA, Vendas nos EUA: 500,000
  • 1993 – Complete Studio Recordings , Vendas nos EUA: 2,000,000
  • 1997 – BBC Sessions #23 RU, #12 EUA, Vendas nos EUA: 2,000,000
  • 1999 – Early Days: Best of Led Zeppelin Volume One #71 RU, Vendas nos EUA: 1,000,000
  • 2000 – Latter Days: Best of Led Zeppelin Volume Two #40 RU, #81 EUA
  • 2002 – Early Days & Latter Days: The Best of Led Zeppelin Volumes One and Two Nova edição dos dois álbums anteriores. #11 RU, #114 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000
  • 2003 – How the West Was Won #5 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000

Bruce DickinsonBruce Dickinson (Paul Bruce Dickinson, nascido em 7 de Agosto de 1958 em Worksop Notts, Inglaterra) é o vocalista da banda de heavy metal Iron Maiden. Anteriormente, ele era o vocalista da banda Samson de 1980 até ter-se juntado ao Iron Maiden com seu álbum Number of the Beast em 1982.

Outros talentos do cantor incluem literatura, editoração, esgrima olímpica, tecnologia ferroviária e pilotagem de aviões Boeing 737 para a linha aérea do Reino Unido Astraeus (da qual a Iceland Express faz o leasing de seus aviões) onde ele é empregado como Comandante.

Ele é as vezes chamado de “”Conan, o Bibliotecário“” em homenagem ao personagem no filme UHF de Weird Al Yankovic, e foi também apelidado de ‘The Air Raid Siren’. Bruce usava o nome artístico “Bruce Bruce” antes de juntar-se ao Iron Maiden. Ele é também um guitarrista acima da média, como pode ser visto no video Live After Death e em vários vídeos de sua carreira solo. Ele estudou História no Queen Mary and Westfield College pela Universidade de Londres, e era um ativista de política estudantil como membro do Partido Conservador (UK).

Ele saiu do iron depois do album ao vivo a real live/dead one e fez carreira solo.Seu primeiro album foi o tattoed millionaire.Em 1999 ele voltou ao Iron Maiden e lançou o Brave new world.Após isso ele lançou apenas um album, chamado Tyranny of souls, mas ele não saiu do Iron para a alegria dos fãs.

Atualmente, Bruce apresenta, aos sábados, o show vespertino de “rock” na estação de rádio 6 Music da divisão de rock alternativo da BBC, e o Programa Heavy Metal no Ar (sobre aviação) pelo Discovery Channel. Recentemente ele pegou o papel principal na série da BBC Radio 2, Masters of Rock. É considerado pela maioria dos fãs como o melhor vocalista do Iron Maiden.

Rainbow

Publicado: 13/05/2007 em Heavy metal, Rainbow, Rock

RainbowRainbow foi a grande criação do guitarrista Ritchie Blackmore após sua saída do Deep Purple. Ao lado da futura lenda do heavy metal Ronnie James Dio e dos demais ex-integrantes da banda Elf, nasce a banda que criaria diversos novos clássicos do rock e do heavy metal. A banda se separa em 1984 quando Ritchie Blackmore volta ao Deep Purple. Em 1990 Joe Lynn Turner também se junta ao Deep Purple para lançar o disco Slaves and Masters, mas deixa a banda em seguida. Em 1996, Blackmore retorna com o Rainbow e lança o disco Stranger in Us All. A banda acaba e Blackmore forma seu grupo de música renascentista, o Blackmore’s Night, com Candice Night no vocal, permanecendo assim até hoje. Ronnie James Dio passou pelo Black Sabbath antes de seguir uma carreira solo de sucesso.

 John Bonham

Se alguém me disse que John Henry Bonham precisa de apresentações eu escrevo um blog só pra ele.

Moby Dick 

Madison Square Garden

John Henry Bonzo Bonham